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Conselho Municipal alerta para violência contra idoso na Capital
Conforme Osório, são comuns queixas contra noras, genros, filhos e netos, principalmente, porque alguns os levam para receber a aposentadoria e ficam com a maior parte do dinheiro. A população idosa na Capital é de 57 mil, no Estado o número é de 202 mil. Osório contou ainda que a associação luta por aumento de salários, revisão nos valores pagos pelo INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) e aposentadoria por invalidez. O conselheiro ainda cobrou a regulamentação do Estatuto do Idoso pelas Câmaras Municipais do País. No encerramento, pediu aos idosos que não deixem de votar no próximo domingo, quando serão eleitos vereadores e prefeitos. A secretária de Assistência Social da Capital, Ilza Matheus disse que o envelhecimento da população é uma tendência mundial. “Para que não haja uma problemática no que diz respeito a isso é preciso investir em ações diversificadas e articuladas entre todas as áreas”, afirma. Conforme a secretária, os idosos da Capital podem contar com três CCIs (Centros de Convivência do Idoso) e 42 grupos com atendimento integral, além de seis ONGs que atuam em serviços de atendimento à pessoa idosa. Quem também participou da sessão solene foi coordenador-diretor do Centro de Convivência dos Idosos Vovó Ziza, Valdir Gomes. Ele defendeu uma ação efetiva do Poder Público na aplicação do Estatuto do Idoso e mais respeito dos próprios familiares. “Eles se lembram do idoso só no dia do pagamento e depois o esquecem lá num quartinho”, salientou.
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